quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Finados e a morte em diversas filosofias


Finados e a morte em diversas filosofias








 



Chegamos a um momento especial. Esse momento é de orar e meditar sobre as almas, e sobre aqueles que esperam a ressurreição. Em diversos pontos de vista isso ganha cada vez mais sentido. A morte foi superada com o exemplo de Nosso Senhor Jesus Cristo, e assim percebemos que algo além existe. Mesmo alguns judeus entendem pela possibilidade de reencarnação, e os espíritas nos reservam lições. O que não podemos esquecer é o espírito de respeito as pessoas, estejam vivas, ou não. Os filósofos estão na maioria no além. Os mortos mandam mais no mundo dos que os vivos, se pensarmos na sociedade e conhecimentos a que estamos inseridos, todos gerados por pessoas que já se foram. O modelo político, a língua, a TV, roda, rádio e tantas coisas já estão antigas, e fazem parte de nossa vida, tudo feito por pessoas que se foram, o avião de Santos Dumont e por aí vai.






Já com antigos judeus se via a comunhão dos justos, que seria uma união de santos que sobreviveriam a morte. Mas fora eles, outros teriam o que se chamava de “Gehena”, uma espécie de sepultura ou purgatório. E existem ensinamentos que os ossos tem aspecto espiritual, e uma pessoa pecadora sofreria justamente nos ossos, isso inserido em escritos judaicos de Talmud e Midrash. Mesmo anteriormente, entre egípcios havia o “Livro do Mortos”, que era espécie de manual sobre a vida no além, sendo os pecados das pessoas julgados e ocorrendo a situação de se pesar em uma balança com o outro prato contendo uma pena. Sendo pesados os pecados, aquele falecido entraria na boca do crocodilo. Em doutrinas indianas há a reencarnação e uma roda em que estariam inseridas as vidas, e assim a pessoa passaria por várias experiências, dentro de sua dívida ou crédito de ações, chamado karma. Fato é que a morte nos gera grande reflexão, e que cada vez precisamos orar pelas almas daqueles que passam por essa transição ou iniciação. A morte é mesmo uma iniciação, ou uma entrada em outro nível de consciência.







Fato é que a morte rende grande reflexão. O que morre em nós é o passado ao qual não mais temos a presença. Morrem esperanças, morre a nossa visão de mundo, morre a nossa opinião. As modas mudam, o comportamento. Vemos que morte é antes de tudo transformação. E que não temos mais que um mundo vindouro, um paraíso ou Reino que nos espera, desde que já o antecipemos antes em nós. Isso vem no tempo messiânico, ou de Cristo que convive em nós. No Japão se comemora a morte oferecendo um fruto nas ruas, a fim de alimentar as almas ou algum espírito. No Haiti há a figura do zumbi, na doutrina do vudu, que sobrevive a morte e é desenterrado, ficando em estado semiconsciente. Na Europa havia a figura do vampiro, que mesmo enterrado, ficava vivo e voltava a fim de perturbar. A morte em certo sentido é um descanso necessário, e cada um de nós tem a sua hora. No candomblé existe uma entidade da morte, a qual pode ser enganada em um ritual, sobrevivendo a pessoa que já está sendo buscada pela entidade. No México existe a comemoração dos mortos com esqueletos de doces e muito colorido. Por fim, vemos que Cristo surge em uma ressurreição, e que temos a certeza de um corpo glorioso em algum momento, e que antes disso parece haver a genética e os antepassados, aos quais devemos a reverência, bem como é plausível orarmos pelas almas, para que encontrem a luz.

O que é vida


sexta-feira, 21 de julho de 2017

A vida que se interrompe forçadamente: o suicídio


A vida que se interrompe forçadamente: o suicídio

 
 
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Recentemente fiquei a pensar sobre a vida que se interrompe, em específico haja vista casos de suicídio. Sabemos que a mídia evita tratar do tema, e que se entende falar disso ser perigoso a estimular mais ainda o suicídio. Por outro lado, andei lendo a obra de sociólogo Émile Durkheim, e justamente vi que ele provou não ser a imitação um fator a alterar consideravelmente o ato suicida.
 
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Outro mito que as pessoas tratam, é de se achar que o suicida não tem religião. Nessa obra do sociólogo, se mostra uma alta taxa de suicídio entre religiosos, no caso entre protestantes, que chega na pesquisa dele ser em dobro a de católicos. Não se trata de qual religião, mas o problema é o mesmo de alguns presídios, onde não se encontram ateus. E também se fala da solidão, mas na pesquisa desse autor se coloca os homens casados em primeiro lugar. E também pessoas mais velhas.
 
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Fato é que a vida é sobremaneira importante, e em posição tem a epidemia de depressão, que parece ser atualmente um motor que move para se pensar no fim da vida. Por outro lado, uma visão mística, e mesmo espiritualista, senão parapsicológica, desaconselha se dar fim a vida, porque mesmo as coisas continuam, a vida continua. Grandes sábios acreditavam na reencarnação, e nisso lembrou nosso filósofo local Fídias Teles. Deste modo, sabe-se por essas doutrinas que a vida não acaba, e que seria um erro tentar o suicídio, mas que o amor, uma vida mais saudável e mesmo buscar ajuda antes de se tomar essa decisão, é fundamental. O suicida ficaria em estado pior do que se encontra em vida.
 
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Logo, pensar na família, nos amigos e procurar ajuda psicológica, e mesmo espiritual, é um caminho para quem pensa no fim da vida. Mas informar é importante, uma vez que doutro modo as coisas se ampliam sem que possamos fazer algo contra. Fato semelhante se deu com o jogo da baleia azul, que foi até motivo de informação, mesmo estando ligado a certos suicídios. Enfim, a vida é o maior bem que temos, independente de seu estado.